
A chuva cai de mansinho.
Faz plic, plic, no chão
e, num jeito persistente,
canta uma triste canção.
A chuva cai devagar.
Cai, monótona e dolente.
Estranha melancolia
Vai-se apossando da gente.
Pingo a pingo, tempo a tempo,
a chuva cai lentamente.
Vai caindo e arrefecendo
a cidade indiferente.
Eu fico a vê-la cair
sem me poder afastar.
Oh, quantas, quantas imagens
que em mim ficam a bailar!...
(Betty Pacheco)
Faz plic, plic, no chão
e, num jeito persistente,
canta uma triste canção.
A chuva cai devagar.
Cai, monótona e dolente.
Estranha melancolia
Vai-se apossando da gente.
Pingo a pingo, tempo a tempo,
a chuva cai lentamente.
Vai caindo e arrefecendo
a cidade indiferente.
Eu fico a vê-la cair
sem me poder afastar.
Oh, quantas, quantas imagens
que em mim ficam a bailar!...
(Betty Pacheco)
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